Casal é preso suspeito de espancar sobrinha até a morte, em Planaltina de Goiás Crianças estavam aos cuidados dos tios, pois os pais estão presos

Um casal foi preso nesta quarta-feira (29/5) suspeito de espancar o sobrinha de sete anos até a morte, em Planaltina de Goiás, no Entorno do Distrito Federal.

Fotos: Arquivo Facebook

Além do menino outras duas crianças que o casal tomava conta foram agredidas pela dupla e encaminhados para o hospital. O agente da Polícia Civil, Márcio, afirmou que o caso chegou a equipe policial através de denúncia nos últimos dias. “Nós recebemos uma denúncia de maus tratos, pois o casal estava cuidando das crianças, uma vez que são tios dos meninos e os pais deles estão presos”, conta o agente. De acordo com o policial, ao apurar o caso e constatou as agressões às crianças.

Conforme o policial os espancamentos já estavam ocorrendo há alguns dias, e no momento da abordagem na última terça-feira (28/5), o menino de sete anos chegou a ser encaminhado para unidade de saúde do município com as outras crianças agredidas pelo casal, mas não resistiu ao ferimento e morreu.

Polícia solicitou reforço para evitar que casal seja linchado pela população

O agente afirmou que o casal foi preso em flagrante e que a dupla presta depoimento ao delegado do Grupo de Investigações de Homicídios (GIH) Antônio Humberto. Segundo o policial, o delegado vai fornecer mais detalhes sobre o caso no fim do dia, após colher as declarações dos dois envolvidos. O policial civil afirmou que a mulher do casal é uma adolescente de 17 anos, e que por ser menor, ela não pode ser encaminhada para o presídio da cidade, por essa razão vai permanecer detida na delegacia.

Diante do caso e da repercussão junto à população do município, o delegado solicitou reforço policial, pois populares querem linchar os suspeitos do crime e estão reunidos do lado de fora da unidade policial. O casal vai ser indiciado por maus tratos, lesão corporal e infanticídio, o caso é acompanhado de perto pelo Conselho Tutelar da cidade, que está com as crianças feridas no hospital.

Fonte: Redação/Dia online

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