MPDFT pede cassação de aposentadoria de réus da Caixa de Pandora

Solicitação, caso acatada, atinge os envolvidos que eram servidores públicos. Um deles é o ex-governador José Roberto Arruda

Cristiano Costa /Sistema Fecomércio DF

Os promotores do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) pediram, nas alegações finais de um dos processos da Caixa de Pandora, a “cassação de aposentadoria dos respectivos cargos dos acusados funcionários públicos”.

A solicitação – caso acatada pela Justiça – atinge em cheio o contracheque do ex-governador José Roberto Arruda. Engenheiro eletricista, o político é aposentado da Companhia Energética de Brasília (CEB).

As alegações finais, concluídas na última sexta-feira (07/02/2020), abordam, especificamente, o crime de associação criminosa praticado no âmbito da Caixa de Pandora. Os réus, de acordo com os promotores, “se associaram de modo estável, permanente e mediante divisão de tarefas, com o objetivo de cometer crimes notadamente contra a administração pública”.

O MPDFT pede a condenação de todos os envolvidos. Entre eles, o ex-governador José Roberto Arruda e o ex-vice-governador Paulo Octávio. As penas solicitadas para os políticos é de 3 anos de cadeia.

Além da cassação das aposentadorias, o MPDFT requereu que todos os réus sejam obrigados a pagar os danos causados ao erário, “cuja atualização até a presente data, conforme planilha de cálculos do site do Tribunal de Justiça do DF e dos Territórios (TJDFT), resulta em R$ 2.919.290.657,22”.

Com informações BLOG A VOZ DO POVO-DF

Fonte: Gabriella furquim//Manoela alcantara// Metrópoles

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