Representando o Governo do Distrito Federal (GDF) no lançamento da Campanha da Fraternidade 2026 em Brasília, nessa quinta-feira (19), o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, apresentou as iniciativas e investimentos em moradia implementados no DF desde 2019. O evento, realizado pela Arquidiocese de Brasília no Colégio Marista da Asa Sul, aconteceu um dia após a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançar a campanha, que este ano tem o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós”.
Participaram do evento, Dom Paulo Cezar Costa, cardeal arcebispo de Brasília; Dom Ricardo Hoepers, bispo auxiliar de Brasília; e Padre Thaisson da Silva Santarém, vice-coordenador de Pastoral e Assessor da Campanha da Fraternidade, além de líderes pastorais.
A campanha da fraternidade convida a igreja e a sociedade a refletirem sobre a moradia como direito fundamental e expressão concreta da dignidade humana. No evento, o secretário de Governo apresentou as ações e investimentos do GDF para diminuir o déficit habitacional e assegurar dignidade de vida à população com obras de infraestrutura nas regiões mais necessitadas da presença do poder público. “É necessário ter um planejamento urbano sério, que passe pela vigilância da terra e pelo programa habitacional que atenda a todas as classes sociais, para que a gente possa ter o que chamamos de moradia legal”, disse.
“O Governo do Distrito Federal estruturou três projetos que são relevantes na área habitacional. Um projeto é construir 80 mil novas moradias no DF. Na lista da Codhab há 96 mil pessoas em condições de entrar num programa habitacional. Parte dessa lista já está ocupando áreas irregulares onde o GDF está chegando com a infraestrutura, porque não tem mais necessidade de fornecer dentro do programa. No programa habitacional, o governo fez o seguinte recorte: pessoas sem renda nenhuma, que precisam receber a moradia de graça, e aí estão os deficientes — nós estamos entregando lá no Sol Nascente 450 lotes urbanizados e mais dois mil lotes urbanizados no Residencial Tamanduá no Recanto das Emas para vulnerabilidade plena, pessoas que não tem como pagar nada. O segundo, para quem tem até três salários mínimos”, informou José Humberto.